— Senhor, as tuas palavras ditas em nosso último encontro não me saem da mente e do coração. Estou tentando, mas não sei como amar. Nestes últimos dias tenho dado esmolas para todas as pessoas que me pedem; ajudei diversas instituições e casas de caridade com doações em dinheiro, em roupas, em remédios e em alimentos. Mas meu coração não está feliz. Sinto que não é isso que me pedistes.
Senti Jesus pegando minhas duas mãos e as apertando suavemente, como a me dar forças e a me consolar na minha dúvida e aflição.
— Fazes bem em ouvir teu coração. Se todas as pessoas ouvissem mais os seus corações do que suas mentes, estariam mais próximas de Deus e seriam mais felizes. Como a tua experiência mais próxima de amor é com teus filhos, pedi-te que amasses a todos como amas a eles. Dás a teus filhos tudo o que eles te pedem?
— Não tudo, mas aquilo que posso e, principalmente, aquilo de que mais precisam. Não deixo que lhes falte roupas, alimentos, livros, brinquedos... o que precisam no dia a dia.
— Então não lhes dá tudo e mesmo assim sentes que os ama?!
Essa pergunta de Jesus deixou-me confuso e pensativo, desconcertado mesmo.
— É claro que os amo, mesmo não podendo atender todos os seus desejos, mesmo porque se o fizesse, estaria falido, pois eles querem tudo o que vêem pela frente.
— O que fazes com teus filhos quando chegas em casa à noite, após um cansativo dia de trabalho? Ignora-os e vais descansar?
Respondi-lhe indignado.
— Sabes que não, Senhor! Não vês o que acontece em minha casa todos os dias?! Dou-lhes atenção, deixando que me contem o que fizeram durante o dia; acompanho seus deveres da escola; dou-lhes carinho; deito-os com a cabeça em minhas pernas e afago seus cabelos... Nunca vistes isso?!!
Jesus não esboçou qualquer reação às minhas palavras indignadas. Continuou com o mesmo tom da pergunta anterior.
— Então aproveitas o final de semana para descansar e afastar-se de teus filhos, preparando-se para uma nova semana de trabalho?
— Jesus, estás falando sério comigo?! Sabes muito bem que todo final de semana brinco com meus filhos, levo-os a passear no parque, vamos ao cinema ou ao teatro, permanecemos juntos a maior parte do tempo, afinal, só ficamos juntos poucas horas durante a semana.
— Não dás tudo o que teus filhos te pedem ou querem, mas o que podes dar e o que eles necessitam. Poderias ficar descansando à noite e nos finais de semana, mas dedicas teu pouco tempo livre a teus filhos, a quem amas...
— É isso mesmo, Senhor! Está errado agir assim?
Antes de partir, Jesus me abraçou amorosamente e sussurrou a meu ouvido:
— Compreendestes agora que amar não é dar alguma coisa a alguém, mas dar a si próprio?
Senti Jesus pegando minhas duas mãos e as apertando suavemente, como a me dar forças e a me consolar na minha dúvida e aflição.
— Fazes bem em ouvir teu coração. Se todas as pessoas ouvissem mais os seus corações do que suas mentes, estariam mais próximas de Deus e seriam mais felizes. Como a tua experiência mais próxima de amor é com teus filhos, pedi-te que amasses a todos como amas a eles. Dás a teus filhos tudo o que eles te pedem?
— Não tudo, mas aquilo que posso e, principalmente, aquilo de que mais precisam. Não deixo que lhes falte roupas, alimentos, livros, brinquedos... o que precisam no dia a dia.
— Então não lhes dá tudo e mesmo assim sentes que os ama?!
Essa pergunta de Jesus deixou-me confuso e pensativo, desconcertado mesmo.
— É claro que os amo, mesmo não podendo atender todos os seus desejos, mesmo porque se o fizesse, estaria falido, pois eles querem tudo o que vêem pela frente.
— O que fazes com teus filhos quando chegas em casa à noite, após um cansativo dia de trabalho? Ignora-os e vais descansar?
Respondi-lhe indignado.
— Sabes que não, Senhor! Não vês o que acontece em minha casa todos os dias?! Dou-lhes atenção, deixando que me contem o que fizeram durante o dia; acompanho seus deveres da escola; dou-lhes carinho; deito-os com a cabeça em minhas pernas e afago seus cabelos... Nunca vistes isso?!!
Jesus não esboçou qualquer reação às minhas palavras indignadas. Continuou com o mesmo tom da pergunta anterior.
— Então aproveitas o final de semana para descansar e afastar-se de teus filhos, preparando-se para uma nova semana de trabalho?
— Jesus, estás falando sério comigo?! Sabes muito bem que todo final de semana brinco com meus filhos, levo-os a passear no parque, vamos ao cinema ou ao teatro, permanecemos juntos a maior parte do tempo, afinal, só ficamos juntos poucas horas durante a semana.
— Não dás tudo o que teus filhos te pedem ou querem, mas o que podes dar e o que eles necessitam. Poderias ficar descansando à noite e nos finais de semana, mas dedicas teu pouco tempo livre a teus filhos, a quem amas...
— É isso mesmo, Senhor! Está errado agir assim?
Antes de partir, Jesus me abraçou amorosamente e sussurrou a meu ouvido:
— Compreendestes agora que amar não é dar alguma coisa a alguém, mas dar a si próprio?
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