— É estranho, Senhor, mas quanto mais me aproximo de Ti, sinto-me menor, mais pequeno, mais pecador e indigno de Teu amor. Por que isso?!
Jesus respondeu-me, como sempre derramando puro amor com o tom de suas palavras.
— Quando o ser humano centra sua existência em si próprio, vê-se como modelo para toda a humanidade e torna-se juiz do mundo. Meu Pai criou a humanidade para que todos sejam irmãos entre si e não juízes, para que amem uns aos outros e não para julgarem e condenarem. Quando alguém deixa de cultivar o egocentrismo e Me coloca como centro da vida, necessariamente preocupa-se mais com o próximo do que consigo mesmo. Assim, vai-se sentindo cada vez menor, porque deixa de engordar o próprio ego e, comparando-se a Mim, julga-se um grande pecador. Porém, eu amo você e cada um de seus irmãos do mundo com um amor gratuito e incondicional. Conheço cada uma das fraquezas humanas, pois vive a condição humana, e sei que é possível superá-las, através do amor, da doação integral de si ao projeto do Meu Pai. Só desejo que cada pessoa se deixe encontrar por mim. Lembre-se dos meus discípulos. Quando fui entregue e morto, eles ficaram com medo, esconderam-se e abandonaram-me na Cruz. No entanto, quem eu fui procurar, logo que Ressuscitei?
— Procurou seus discípulos! – respondi rapidamente.
— Exatamente. Procurei aqueles a quem escolhi e que se deixaram encontrar por mim; justamente aquelas pessoas fracas na fé, medrosas e até desesperançadas após minha crucificação. Foram eles que eu escolhi para serem instrumentos para espalhar o Evangelho em toda parte, a todas as pessoas... como eu também escolhi você, em meio às suas dúvidas e fraquezas.
Dirigi-me a Jesus, com um sorriso meio irônico nos lábios e meneando negativamente a cabeça:
— Desculpe, Jesus, mas bem me lembro que fui eu que saí a caminhar aquela manhã de nosso primeiro encontro e fui eu que fui a Teu encontro...
Mais uma vez o sorriso de Jesus fez-me sentir equivocado nas minhas percepções da vida.
— E quem você acha que te vez sair de casa aquela manhã, caminhar a esmo e entrar nesta Igreja?
Envergonhado pela minha prepotência e pequenez diante de Jesus, abaixei minha cabeça e voltei meus olhos para o chão, nada respondendo.
Jesus respondeu-me, como sempre derramando puro amor com o tom de suas palavras.
— Quando o ser humano centra sua existência em si próprio, vê-se como modelo para toda a humanidade e torna-se juiz do mundo. Meu Pai criou a humanidade para que todos sejam irmãos entre si e não juízes, para que amem uns aos outros e não para julgarem e condenarem. Quando alguém deixa de cultivar o egocentrismo e Me coloca como centro da vida, necessariamente preocupa-se mais com o próximo do que consigo mesmo. Assim, vai-se sentindo cada vez menor, porque deixa de engordar o próprio ego e, comparando-se a Mim, julga-se um grande pecador. Porém, eu amo você e cada um de seus irmãos do mundo com um amor gratuito e incondicional. Conheço cada uma das fraquezas humanas, pois vive a condição humana, e sei que é possível superá-las, através do amor, da doação integral de si ao projeto do Meu Pai. Só desejo que cada pessoa se deixe encontrar por mim. Lembre-se dos meus discípulos. Quando fui entregue e morto, eles ficaram com medo, esconderam-se e abandonaram-me na Cruz. No entanto, quem eu fui procurar, logo que Ressuscitei?
— Procurou seus discípulos! – respondi rapidamente.
— Exatamente. Procurei aqueles a quem escolhi e que se deixaram encontrar por mim; justamente aquelas pessoas fracas na fé, medrosas e até desesperançadas após minha crucificação. Foram eles que eu escolhi para serem instrumentos para espalhar o Evangelho em toda parte, a todas as pessoas... como eu também escolhi você, em meio às suas dúvidas e fraquezas.
Dirigi-me a Jesus, com um sorriso meio irônico nos lábios e meneando negativamente a cabeça:
— Desculpe, Jesus, mas bem me lembro que fui eu que saí a caminhar aquela manhã de nosso primeiro encontro e fui eu que fui a Teu encontro...
Mais uma vez o sorriso de Jesus fez-me sentir equivocado nas minhas percepções da vida.
— E quem você acha que te vez sair de casa aquela manhã, caminhar a esmo e entrar nesta Igreja?
Envergonhado pela minha prepotência e pequenez diante de Jesus, abaixei minha cabeça e voltei meus olhos para o chão, nada respondendo.
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